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Daniel Vilela enumera benefícios a serem gerados com a modernização do Estádio Serra Dourada

Vice-governador coordena Grupo de Trabalho responsável pela formatação do processo de concessão do complexo esportivo à iniciativa privada. Empresa que vencer licitação terá que investir R$ 272 milhões em obras de reestruturação daquele espaço (Foto: Divulgação)

Com o avanço do processo de concessão do Estádio Serra Dourada à iniciativa privada e de outros dois equipamentos públicos que estão ao seu redor – o Ginásio Goiânia Arena e o Parque da Criança -, os benefícios a serem gerados com a futura modernização deste complexo esportivo tornam-se mais perceptíveis. Coordenador do Grupo de Trabalho (GT) instituído pelo Governo de Goiás para cuidar de todas as etapas inerentes a este projeto, o vice-governador Daniel Vilela detalha o que chama de “retorno positivo” para a população goiana.

A começar pelas centenas de empregos diretos e indiretos, diz Daniel, que serão criados em função das obras que ocorrerão nos espaços. “Por mais que a arquitetura original do Serra Dourada seja mantida, haverá intervenções físicas de grande porte”, afirma ele, mencionando, em seguida, a demolição e o rebaixamento dos degraus da conhecida “geral”, o rebaixamento do nível do campo, a reforma de bares e a construção de novos sanitários, de salão multiuso, camarotes, cozinha e ainda a adequação de acessibilidade e implantação de elevadores, entre outras.

“A reestruturação do estádio prevê a criação de um distrito calcado no tripé esporte, entretenimento e lazer. Logo, teremos impactos também no aumento do número de leitos dos hotéis e na economia local, com a arrecadação de mais impostos quando tivermos, por exemplo, partidas disputadas entre grandes times e a realização de shows com artistas nacionais e internacionais”, prevê o vice-governador.

Daniel também lembra que crianças e jovens terão um amplo e renovado espaço para se aperfeiçoarem nos esportes que já praticam ou para iniciarem alguma modalidade. Ainda segundo o vice-governador, residências e edifícios localizados ao redor do complexo esportivo terão valorização imobiliária. E como o estádio ficará sob os cuidados da iniciativa privada, o que era gasto pelo Governo de Goiás com despesas com o espaço, pode ser destinado a outro fim.

“Não nos esqueçamos que a revitalização do Serra Dourada, a ser tocada pela iniciativa privada, em nada altera o status de patrimônio público, até porque não haverá privatização, e sim um processo de concessão. A empresa a ser escolhida poderá explorá-lo por 35 anos e, para isso, fará investimentos da ordem de R$ 272 milhões. Não haverá um centavo do governo estadual nestas obras”, explica.

“Tenho certeza que, pela nossa localização estratégica, por sermos um estado âncora do Centro-Oeste brasileiro, a região que mais cresce, se desenvolve e gera oportunidades e que vem sustentando economicamente nosso País, teremos sucesso nessa empreitada”, acrescentou o vice-governador que, inclusive, já se reuniu com o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Sebastião Tejota, por entender a importância do aval daquela corte.

Parceria
O projeto de transformação do Estádio Serra Dourada, do Goiânia Arena e do Parque da Criança no Distrito de Esporte, Entretenimento e Lazer é fruto de esforço conjunto da Vice-Governadoria, Goiás Parcerias, Secretaria-Geral de Governo (SGG) e Secretarias de Estado de Esportes e Lazer (SEEL) e de Administração (Sead). Os titulares destas Pastas integram o Grupo de Trabalho coordenado por Daniel.

A previsão, segundo o GT, é que entre julho e setembro deste ano seja lançado o edital e, ao longo dos três meses subsequentes, seja divulgado o processo de licitação para escolha da empresa que deterá a concessão do Estádio Serra Dourada. O contrato deve ser assinado nas primeiras semanas de 2025, com previsão do início das obras logo na sequência.