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Dia do Trabalhador: agropecuária goiana gera 6,7 mil empregos em 2024

Resultados alcançados a partir das políticas públicas não seriam possíveis sem a dedicação e o trabalho árduo dos goianos que atuam no campo (Foto: Enio Tavares e Wenderson Araujo)

Celebrado em 1º de maio, o Dia do Trabalhador remete à luta por melhores condições de trabalho, além de reconhecer o esforço daqueles que desempenham papéis fundamentais em todos os setores da sociedade, e que são a força motriz da economia.

Em Goiás, a geração de empregos está em alta, com criação de 6.791 vagas somente na agropecuária, no primeiro trimestre de 2024.

O número demonstra, mais uma vez, o crescimento e a importância do agronegócio goiano que, no ano de 2023, empregou mais de 1 milhão de pessoas. De acordo com o Instituto Mauro Borges (IMB), houve crescimento de 2,4% na quantidade de empregados na comparação com o ano de 2022.

Somente no mês de março deste ano, dados do Ministério do Trabalho indicam que o setor gerou 4.146 oportunidades. Conforme explica o secretário da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Pedro Leonardo Rezende, o sucesso é resultado de uma combinação de fatores.

“Os investimentos em pesquisa e inovação, a melhoria da infraestrutura rural, os programas de capacitação profissional e de apoio ao crédito, somados aos projetos sociais, são algumas das iniciativas que impulsionam o agro”, complementa.

INCENTIVO

Um exemplo dessas ações é o Crédito Social, que promove a qualificação profissional para geração de emprego e renda. O programa disponibiliza cursos de apicultura, olericultura, piscicultura, avicultura, mandiocultura e derivados lácteos para famílias em situação de vulnerabilidade, além de repassar recursos para que os beneficiários possam investir em seus novos negócios.

O Projeto de Fruticultura Irrigada do Vão do Paranã, por sua vez, beneficia agricultores familiares do Nordeste goiano, que recebem kits de irrigação e cursos de capacitação em manejo e gestão e, com o apoio do projeto, produzem e comercializam maracujá e manga em suas propriedades. Outro exemplo é o Programa de Aquisição de Alimentos, por meio do qual o Estado adquire os produtos da agricultura familiar.

Já as agroindústrias, incluídas no nível secundário do agronegócio, têm seu desenvolvimento impulsionado pelo Programa de Fortalecimento das Agroindústrias de Pequeno Porte. Os resultados, no entanto, não seriam possíveis sem a dedicação e o trabalho árduo dos goianos, destaca o titular da Seapa.

“O sucesso do agronegócio em Goiás é, acima de tudo, fruto do trabalho incansável e da dedicação dos homens e mulheres que atuam no campo”.

REDUÇÃO DA POBREZA

Graças às políticas sociais desenvolvidas na agropecuária e outros setores, Goiás alcançou a menor taxa de pobreza de sua série histórica, de acordo o IMB, baseado na PNAD Contínua, do IBGE. Em 2023 a taxa de pobreza (rendimento per capita inferior a R$ 210) foi de 1,3%, enquanto a média nacional ficou em 4,5%.

O estado teve ainda um recuo de 1,6 ponto percentual na taxa de pobreza, que era de 2,9% em 2022, o que significa que mais de 110 mil pessoas deixaram essa condição.