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PM é suspeito de atirar em travesti usando carro do TJ em Aparecida de Goiânia

Expandir ou colapsar descrição Em nota, o advogado do PM, afirma que os tiros foram em legítima defesa.

O policial militar que atirou em um travesti em Aparecida de Goiânia (GO), usava um veículo do Gabinete Militar do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO). O caso aconteceu em uma região onde há vários motéis, no dia 11 de abril.

O TJ-GO afirmou em nota, que o PM, lotado no Gabinete Militar do órgão, foi “imediatamente dispensado” das atividades no tribunal assim que foi constatado o uso não autorizado do veículo oficial. O TJ-GO acrescentou que o PM foi devolvido ao Comando da Polícia Militar e que a apuração cabe à corporação e à Polícia Civil de Goiás (PC-GO), que investiga o caso.

A cena da garota de programa se encontrando com o veículo onde estaria o PM foi registrada por uma camêra de circuito de segurança. Nas imagens, é possível ver a vítima sentada na calçada, quando uma caminhonete de cor escura se aproxima. Instantes depois, ela fica de joelhos.

Em nota, o advogado do PM Walker Ferreira Mendonça, Eder Porfiro Muniz, afirma que os tiros foram em legítima defesa.

Conforme a nota, o capitão da PM teria sido vítima de uma tentativa de roubo, ao ser abordado por três indivíduos que queriam levar uma corrente de ouro e a arma dele. O advogado do PM afirma que o cliente relatou ter comparecido à Central de Flagrantes de Aparecida de Goiânia para registrar o roubo.

A garota de programa que foi atingida está em uma unidade de saúde.

Uma testemunha que não quis se identificar, informou a polícia que o militar teria entrado em desacordo financeiro com a transexual após um programa. O caso será investigado.